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Escrivã da Polícia Civil denuncia injúria racial em supermercado

Maria Madalena Nascimento, escrivã da Polícia Civil da Bahia, relata ter sido acusada de furto e vítima de injúria racial em um supermercado em Lauro de Freitas.
Foto: Policial

A escrivã da Polícia Civil do Estado da Bahia, Maria Madalena Nascimento, de 63 anos, denunciou ter sido alvo de injúria racial enquanto fazia compras em um supermercado em Lauro de Freitas. Ela afirma que um segurança do local a acusou de furtar um frango.

Em um vídeo divulgado pelo Sindicato dos Policiais Civis da Bahia (Sindpoc), a policial explicou que entrou no supermercado para verificar o preço de um leite condensado, carregando uma sacola com compras de outro estabelecimento. Ao se dirigir às prateleiras, notou que um segurança a observava de forma suspeita.

Após sair do supermercado, um segundo segurança a abordou, acusando-a de ter furtado um frango. Maria Madalena contestou a acusação, afirmando que tinha a nota fiscal do item, que havia sido comprado em outro local. O segurança insistiu na acusação, questionando de forma irônica onde ela teria comprado o frango.

A escrivã relatou que, ao mostrar seu distintivo, tentou evitar uma situação mais constrangedora. Após o incidente, registrou uma queixa na 23ª Delegacia Territorial e recebeu apoio do Sindpoc, que se comprometeu a oferecer suporte jurídico.

Maria Madalena expressou o impacto emocional que a situação causou, afirmando que se sentiu violentada e que sua saúde psicológica foi afetada. O presidente do Sindpoc, Eustácio Lopes, declarou que o sindicato não tolerará discriminação e acompanhará o caso até que justiça seja feita.

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