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Desempenho do Corinthians gera incertezas sobre Dorival Júnior

A derrota do Corinthians para o Fluminense levantou questionamentos sobre o trabalho de Dorival Júnior. A diretoria reavaliará sua permanência após a próxima partida contra o Internacional.
Foto: Wanderson / Meu Timão

A recente derrota do Corinthians por 3 a 1 para o Fluminense gerou inquietação em relação ao trabalho do técnico Dorival Júnior, que havia conquistado respaldo durante o período de Data Fifa. A diretoria do clube expressou descontentamento com algumas decisões do treinador, especialmente a escolha do volante Charles como titular.

A equipe, que não apresentou evolução mesmo após dez dias sem jogos, deixou a cúpula do Corinthians irritada. A pressão sobre Dorival Júnior tende a aumentar, embora a expectativa inicial seja de que ele permaneça no cargo até o confronto contra o Internacional, programado para domingo, na Neo Química Arena, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Uma nova derrota poderá complicar a situação do treinador, que enfrenta um mês crucial com a fase de grupos da Libertadores e a quinta fase da Copa do Brasil se aproximando. As reuniões entre a diretoria e a comissão técnica têm enfatizado a necessidade de um desempenho competitivo, especialmente em torneios eliminatórios, com foco na Libertadores, que é o principal objetivo do clube até 2026.

O resultado contra o Fluminense foi considerado alarmante internamente, um cenário que parecia improvável até então. O executivo de futebol, Marcelo Paz, defende a continuidade de Dorival, mas respeita a decisão do presidente Osmar Stábile, que tem a palavra final. Mesmo entre os aliados de Stábile, há a percepção de que uma demissão neste momento poderia impactar negativamente a temporada.

Entretanto, a possibilidade de uma troca no comando técnico enfrenta desafios financeiros, já que o Corinthians não possui recursos suficientes para cobrir a multa rescisória de aproximadamente R$ 8 milhões, correspondente a três salários do treinador. Caso a mudança ocorra, nomes como Tite, Fernando Diniz e Filipe Luís foram considerados, embora a avaliação inicial tenha sido de que não trariam uma mudança significativa em relação ao trabalho atual.

Juan Pablo Vojvoda também foi mencionado como uma opção, mas é visto como um risco pelo departamento de futebol, devido ao seu perfil não se alinhar com as características do elenco corintiano.

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