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Desafios no Diagnóstico de Doenças Vasculares no Brasil

As doenças vasculares progridem silenciosamente, dificultando o diagnóstico e tratamento. O atraso pode levar a dores crônicas e amputações evitáveis, segundo especialistas.
Foto: Metropoles

O principal risco das doenças vasculares é seu desenvolvimento silencioso. Elas evoluem lentamente, enquanto o sistema de saúde frequentemente reage de forma tardia. Essa defasagem entre o início da doença e o tratamento adequado representa um dos maiores desafios da medicina vascular no Brasil.

As consequências desse atraso são severas, incluindo dores crônicas, incapacidade física e, em situações extremas, amputações que poderiam ser prevenidas. A realidade nos consultórios vasculares, tanto na rede pública quanto na privada, é alarmante.

De acordo com o cirurgião vascular Dr. Saymon Santana, as doenças progridem enquanto os pacientes permanecem sem diagnóstico. Condições como lipedema, linfedema e Doença Arterial Periférica (DAP) são exemplos notáveis de enfermidades frequentemente subdiagnosticadas.

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