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Deputado critica baixa presença na ALPB durante eleições

O deputado João Gonçalves avaliou o cenário político pré-eleitoral na Paraíba, criticando a falta de deputados no plenário da ALPB e defendendo a importância do trabalho nas gestões.
Foto: deputado joão gonçalves

O deputado estadual João Gonçalves, do Progressistas, fez uma análise do cenário político que antecede as eleições de outubro, destacando que o resultado na Paraíba será influenciado pelo desempenho das gestões e pelo trabalho dos candidatos.

Aliado do governador e candidato à reeleição, Lucas Ribeiro, João criticou a estratégia da oposição, afirmando que as expectativas eleitorais mudaram. Ele declarou:

A eleição na Paraíba está para ser definida no dia 04 (de outubro), os da oposição que entendiam que poderiam no debate ir em dois contra um quebraram a cara, está valendo o trabalho e a gestão.

Ao comentar sobre as novas adesões ao seu projeto de recondução à Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), João atribuiu o apoio à sua postura durante os mandatos e criticou a baixa presença de parlamentares no plenário, especialmente neste período eleitoral. Ele afirmou:

Fazer uma sessão hoje e não ter quatro deputados no plenário, isso é uma vergonha. Isso é uma afronta ao dinheiro público.

João também se manifestou sobre a composição de apoios para deputado federal, minimizando a questão e ressaltando que pode apoiar diferentes candidatos conforme as lideranças locais.

Eu em cada município tenho um deputado federal diferente, porque eu acompanho as lideranças — destacou.

Em relação a declarações do ex-governador e candidato ao Senado, João Azevêdo, sobre a permanência de Pollyanna Werton e Tibério Limeira na gestão estadual, João reafirmou sua posição sobre a necessidade de afastamento, dizendo:

Eu jamais queria ser candidato com liminar conseguido em Brasília, isso é uma afronta ao dinheiro público.

Por fim, ao ser questionado sobre uma possível candidatura à presidência da ALPB, João Gonçalves negou interesse e afirmou que respeitará a escolha da maioria dos parlamentares.

Eu nunca quis ser candidato à presidência, sempre optei pelo respeito e amizade daquele candidato que à maioria interessa — concluiu.

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