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Crescimento do Setor de Serviços na Paraíba Completa Sete Meses

O setor de serviços na Paraíba apresenta crescimento contínuo, com alta de 3,4% em março em comparação ao ano anterior, superando a média nacional. A pesquisa do IBGE revela dados positivos para o estado.

O setor de serviços, considerado o mais dinâmico da economia, continua a sua trajetória de crescimento na Paraíba, alcançando o sétimo mês consecutivo de alta. A Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que, em março deste ano, o indicador no estado apresentou crescimento em todos os comparativos, superando a média nacional.

Em relação a março do ano passado, o setor de serviços na Paraíba registrou um aumento de 3,4%, enquanto a média nacional foi de 3%. A última queda no setor ocorreu em agosto do ano passado, com uma leve variação negativa de -0,3%.

Comparando março com fevereiro, a Paraíba teve uma expansão de 1,2%, em contraste com a média nacional, que apresentou uma queda de -1,2%. No primeiro trimestre, o crescimento no estado foi de 2,4%, e nos últimos 12 meses até março, o aumento acumulado foi de 5%, a maior taxa entre os estados da Região Nordeste e a quinta maior do Brasil, atrás apenas do Distrito Federal, Mato Grosso, Rondônia e Mato Grosso do Sul.

Entre os segmentos que mais se destacaram em março, estão o de informação e comunicação, que teve um impacto positivo significativo, principalmente devido ao aumento da receita em telecomunicações; o setor de transportes; e os serviços profissionais, administrativos e complementares. O crescimento de 2,7% em outros serviços foi impulsionado, em grande parte, pela maior receita proveniente do transporte rodoviário de carga e do transporte rodoviário coletivo de passageiros.

A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) é responsável por produzir indicadores que permitem acompanhar o comportamento do setor de serviços no país e nos estados, analisando a receita bruta e real de serviços prestados por empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais funcionários, que atuam na prestação de serviços não financeiros, excluindo as áreas de saúde e educação. Os setores de serviços e comércio, junto com a administração pública, têm os maiores pesos na composição do PIB do Brasil e dos estados.

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