O conselho deliberativo do Corinthians decidiu pelo afastamento de Romeu Tuma Júnior da presidência do órgão. A reunião foi marcada por controvérsia, com alegações de que não houve um encerramento formal da sessão.
O encontro foi encerrado por Maria Ângela Ocampos, secretaria do Conselho, mas outros conselheiros argumentaram que a sessão não foi formalmente finalizada após um pedido de questão de ordem. A votação para o afastamento de Tuma contou com 115 votos a favor, 15 contra e sete abstenções, entre 137 votantes.
A decisão tem efeito imediato e intensifica a crise política no clube, revelando divergências sobre a condução da reunião e prometendo novos desdobramentos internos.
A condução da sessão gerou questionamentos, com parte dos conselheiros alegando que houve interrupção antes do encerramento formal. Apesar da contestação, a maioria validou a votação que resultou no afastamento de Tuma.
Com o afastamento de Romeu Tuma Júnior, o cenário político no Corinthians se reorganiza, abrindo espaço para uma nova configuração de forças dentro do órgão. O ambiente permanece tenso, com a expectativa de que a crise ainda não tenha chegado ao fim.