Search

Condenação de mãe por morte de bebê em forno nos EUA

Uma mulher foi condenada a 13 anos de prisão após a morte de sua filha de um mês, que foi colocada acidentalmente em um forno. O caso ocorreu em 2024 e gerou grande comoção.
Foto: Notícias ao Minuto Brasil

Uma mulher foi condenada nos Estados Unidos após a morte de sua filha de um mês, que, segundo ela, foi colocada acidentalmente em um forno. Mariah Thomas, de 28 anos, se declarou culpada da acusação de colocar em risco o bem-estar de uma criança resultando em morte. A sentença foi proferida mais de dois anos após o incidente, ocorrido em fevereiro de 2024, em Kansas City, Missouri.

A Justiça determinou uma pena de 13 anos de prisão, com a possibilidade de abatimento do tempo já cumprido por Mariah desde 2024. Algumas reportagens indicaram que ela cumprirá cerca de 11 anos restantes. O caso foi acompanhado por veículos de comunicação, incluindo o The Independent e a KCTV, que confirmaram a pena e o acordo judicial que retirou a acusação de homicídio em primeiro grau.

O incidente ocorreu em 9 de fevereiro de 2024, quando Mariah estava sozinha com sua filha, Za'Riah Mae. Ela alegou que pretendia colocar a bebê no berço, mas acidentalmente a colocou no forno. As autoridades não esclareceram como essa confusão ocorreu.

Após o incidente, Mariah ligou para familiares relatando que algo estava errado com a bebê. O avô da criança, ao chegar em casa, percebeu cheiro de fumaça e encontrou Za'Riah sem vida. A menina apresentava graves queimaduras, e parte de sua roupa estava derretida devido ao calor.

Mariah foi presa logo após a morte da filha e inicialmente enfrentou a acusação de colocar em risco o bem-estar de uma criança. Posteriormente, os promotores apresentaram uma acusação de homicídio em primeiro grau, mas um acordo judicial evitou o julgamento. Mariah se declarou culpada da acusação menor em troca da retirada da acusação mais grave.

A juíza Sarah A. Castle aceitou o acordo e impôs a pena de 13 anos, com crédito pelo tempo já cumprido. Além disso, Mariah deverá pagar US$ 68 ao fundo estadual de compensação às vítimas de crimes. Desde o início do caso, questões sobre a saúde mental de Mariah foram levantadas, mas não foram reconhecidas como defesa judicial.

A tragédia gerou grande comoção nos Estados Unidos, e a promotora do condado de Jackson, Jean Peters Baker, lamentou a morte da bebê, que tinha apenas um mês de vida. Com o acordo, a principal etapa criminal do caso foi encerrada sem que Mariah fosse julgada pela acusação de homicídio.

PUBLICIDADE

Mais recentes

PUBLICIDADE