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Cenário Previdenciário e Movimentos Empresariais em Destaque

Dados do Ministério da Previdência revelam que mais da metade dos regimes próprios de previdência não realizaram reformas. Além disso, empresas como Raizen e GPA buscam recuperação extrajudicial.
Foto: coluna aparte

O cenário previdenciário no Brasil apresenta um vácuo significativo, com mais da metade dos 2.131 regimes próprios de previdência de Estados e municípios sem reformas abrangentes. De acordo com o Ministério da Previdência, 1.190 desses regimes, ou 54,84%, não implementaram mudanças significativas, enquanto 941, ou 44,2%, já promoveram reformas.

Entre os 2.078 regimes municipais, 56,3% (1.170) ainda não aprovaram reformas. Em contraste, a situação nos Estados é mais positiva, com 21 das 27 unidades federativas já tendo realizado reformas amplas. Apenas o Distrito Federal, Pernambuco, Roraima, Amapá, Amazonas e Maranhão permanecem sem mudanças significativas.

Recentemente, o deputado João Gonçalves, do PSB/PB, elogiou o secretário de Saúde, doutor Ari Reis, destacando sua competência e a capacidade de avançar na saúde do Estado. Essa declaração contrasta com a recente exaltação ao ex-secretário Jhony Bezerra, considerado pela bancada governista como 'o maior secretário de Saúde da história da Paraíba'.

No setor empresarial, o grupo Raizen, líder em biocombustíveis no Brasil, solicitou recuperação extrajudicial após um acordo com credores que representam 47% de sua dívida total, que soma R$ 65 bilhões. Além disso, o grupo GPA, que opera as redes de supermercados Pão de Açúcar e Extra Mercado, também protocolou um pedido de homologação de recuperação extrajudicial, renegociando dívidas de R$ 4,5 bilhões.

Por fim, uma reportagem do jornal O Globo revelou que uma empresa ligada ao vice-presidente do União Brasil e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, recebeu R$ 3,6 milhões do Banco Master e da gestora de recursos Reag, conforme um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

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