A seleção da Bélgica está implementando uma estratégia diferenciada para enfrentar as altas temperaturas previstas durante a Copa do Mundo de 2026. Com a estreia marcada para esta segunda-feira (15) contra o Egito, os jogadores têm participado de sessões de sauna que duram mais de 20 minutos após os treinos, conforme revelou o meio-campista suíço-belga Switzel.
A preocupação com o calor é justificada, uma vez que a partida entre Bélgica e Egito será realizada em Seattle ao meio-dia, horário local. O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos prevê que este dia será o mais quente do ano na cidade, com a sensação térmica podendo atingir 33°C.
Esse desafio climático não é exclusivo da Bélgica. Outras seleções que competem na Copa do Mundo, que ocorre nos Estados Unidos, Canadá e México, também estão atentas às condições climáticas. Diferente da Copa do Catar, que ocorreu entre novembro e dezembro para evitar o calor extremo do Oriente Médio, a edição de 2026 acontece durante o verão no Hemisfério Norte, quando muitas cidades-sede enfrentam temperaturas elevadas.
Além das questões técnicas dentro de campo, as equipes precisam se adaptar a fatores climáticos que podem impactar o desempenho dos atletas, especialmente em jogos realizados durante o dia.
A estreia da Bélgica na Copa do Mundo de 2026 ocorrerá no Lumen Field, em Seattle, com o início previsto para as 16h (horário de Brasília).