Search

Avaliação especializada em neurocirurgia é solicitada para bebê com hidrocefalia

A família de Maria Elisa, uma bebê de 1 ano e 4 meses com hidrocefalia, busca nova avaliação em neurocirurgia. A criança está internada e enfrenta complicações de saúde.
Foto: Família de bebê com hidrocefalia busca avaliação especializada em neurocirurgia

Maria Elisa Arruda da Costa, com apenas 1 ano e 4 meses, está internada no Hospital Infantil de Patos, onde recebe tratamento para pneumonia broncoaspirativa. A família busca uma nova avaliação em neurocirurgia, preocupada com o agravamento de sua condição de saúde.

A bebê apresenta hidrocefalia, lisencefalia e encefalopatia crônica, além de depender de traqueostomia e gastrostomia. A família teme que um possível problema na válvula de derivação utilizada no tratamento da hidrocefalia esteja contribuindo para seu estado de saúde.

Maria Elisa nasceu em São Luís, Maranhão, e passou cerca de dez meses hospitalizada antes de se mudar para Patos com a mãe. Durante sua internação, foram realizados procedimentos para a colocação de dispositivos que auxiliam na respiração e alimentação.

A avó materna, Sandra Arruda Campos, expressou a necessidade de uma avaliação por um neurocirurgião experiente em casos de hidrocefalia.

Eu queria que tivesse um cirurgião que pudesse ir até o hospital para fazer uma avaliação da cabecinha dela — disse.

Embora a família tenha buscado avaliações anteriores em Campina Grande, não houve indicação de cirurgia. Agora, eles acreditam que a condição de Maria Elisa pode ter mudado e defendem uma nova análise especializada.

A família também enfrentou dificuldades para conseguir uma transferência para uma avaliação mais aprofundada. A avó demonstrou resistência a um novo encaminhamento, citando a experiência anterior que não trouxe as respostas esperadas.

O hospital informou que Maria Elisa está em estado geral comprometido, mas estável, recebendo suporte de ventilação mecânica. A unidade esclareceu que a criança já foi avaliada por um neurocirurgião e que uma vaga para transferência foi oferecida, mas a família recusou.

A família confirma a recusa, mas justifica a decisão pela preocupação com a experiência anterior e a necessidade de esclarecimentos sobre a condição da criança antes de um novo deslocamento.

A reportagem registra as informações fornecidas pela família e pelo hospital, sem atribuir responsabilidade pelo quadro clínico da criança. A avó disponibilizou seu contato para especialistas que possam ajudar com uma avaliação.

PUBLICIDADE

Mais recentes

PUBLICIDADE