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Aprovação do governo Lula permanece estável, aponta pesquisa

Uma pesquisa recente revela que a aprovação do governo Lula se mantém em 48%, com 47% de desaprovação. A avaliação positiva é de 36%, enquanto 55% acreditam que o Brasil está na direção errada.
Foto: Pesquisa revela como está no momento a aprovação do governo Lula

De acordo com a mais recente pesquisa do Instituto Quaest, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém os índices de aprovação e avaliação de seu governo, indicando um cenário estagnado em comparação ao mês anterior. A pesquisa revela que 48% dos entrevistados aprovam a gestão de Lula, enquanto 47% desaprovam.

Quando questionados sobre a avaliação do governo, 36% dos participantes consideram a administração positiva, 36% negativa e 26% regular. Esses números são idênticos aos da pesquisa Genial/Quaest realizada em julho.

Entretanto, o desempenho do presidente caiu em outros aspectos da pesquisa. Para 55% dos entrevistados, o Brasil está indo na direção errada, um aumento em relação aos 51% registrados em julho. Apenas 38% acreditam que o país está na direção certa, uma leve queda em relação aos 39% do mês anterior.

Além disso, cresceu o número de pessoas que consideram que Lula não merece mais quatro anos como presidente. Em julho, 51% afirmavam que ele não merecia a reeleição, enquanto agora esse percentual subiu para 55%. Somente 41% acreditam que ele merece continuar no cargo.

Outro ponto de preocupação para o governo é a comparação entre Lula e Bolsonaro. Para 44% dos entrevistados, a volta da família Bolsonaro ao poder é mais temida, enquanto 41% expressam receio pela continuidade de Lula na presidência.

A pesquisa também indicou um aumento na percepção de que as notícias sobre o governo Lula têm sido mais negativas. Em julho, 40% acreditavam que a cobertura era desfavorável; agora, esse número subiu para 44%. Por outro lado, a percepção de notícias positivas caiu de 33% para 29%.

Em relação à economia, 43% dos entrevistados afirmam que a situação piorou nos últimos 12 meses, mantendo o mesmo percentual de julho. A percepção de que a economia está estagnada aumentou de 33% para 35%, enquanto aqueles que acreditam que a situação melhorou caiu de 20% para 19%.

A pesquisa também revelou que 68% dos entrevistados notaram aumento nos preços dos alimentos no último mês, em comparação a 66% em julho. Apenas 9% afirmaram que os preços caíram, enquanto 21% disseram que permaneceram os mesmos.

A maioria acredita que o poder de compra da população diminuiu ao longo do último ano, com 69% afirmando que está menor do que há um ano. Apenas 10% acreditam que o poder de compra aumentou.

Por outro lado, a percepção sobre o emprego melhorou, com a proporção de entrevistados que consideram mais difícil conseguir um emprego caindo de 55% para 48%. Aqueles que acreditam que está mais fácil conseguir trabalho aumentaram de 36% para 41%.

A expectativa em relação à economia também se mostrou mais otimista, com 46% dos entrevistados acreditando que a situação vai melhorar, em comparação a 39% em julho. Os que acham que a situação vai piorar caíram de 27% para 24%.

A pesquisa também revelou que Lula e Flávio Bolsonaro são os candidatos mais rejeitados, com 52% e 54% de rejeição, respectivamente. Outros candidatos, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema, têm rejeições menores.

A pesquisa Genial/Quaest entrevistou 2.004 pessoas entre os dias 31 de julho e 3 de agosto, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06591/2026.

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