O ex-prefeito de Sousa, André Gadelha, que é cogitado para a segunda vaga ao Senado na chapa do MDB com Veneziano Vital do Rêgo, analisou as movimentações em torno da definição do pré-candidato a vice-governador na chapa liderada por Cícero Lucena para as eleições de outubro.
Gadelha enfatizou a importância de escolher um representante político de Campina Grande, especialmente do grupo Cunha Lima, para a composição majoritária. Ele mencionou nomes como Pedro Cunha Lima, Fábio Ramalho, Tovar Correia Lima, Romero Rodrigues e Diogo Cunha Lima como opções viáveis.
Defendemos uma discussão produtiva sobre a majoritária, pois precisamos de Campina Grande unida, assim como no segundo turno da eleição anterior. Qualquer nome ligado ao grupo Cunha Lima, que possui relevância no estado e uma trajetória de trabalho, será apoiado — afirmou.
O emedebista também fez uma comparação entre a situação da oposição e a do governo, destacando a falta de clareza na pré-candidatura de Lucas Ribeiro, do Progressistas. Para Gadelha, enquanto seu grupo apresenta várias opções, a oposição parece desorganizada.
Enquanto temos diversos nomes para escolher, o outro lado não sabe quem será o administrador do estado ou quem será o vice. As incertezas estão do lado deles. Nós temos tempo para resolver isso e o importante é mantermos a proposta de mudança para toda a Paraíba — disse.
Sobre as especulações de um possível recuo de Cícero Lucena na disputa pelo governo, Gadelha considerou essa possibilidade remota, citando o desempenho positivo do gestor nas pesquisas.
Seria quase impossível desistir, especialmente com mais de 40% do eleitorado ao seu lado, enfrentando adversários fortes. Cícero está entregando uma prefeitura organizada e planejando recursos para que Léo possa dar continuidade ao trabalho. Essa é a nossa expectativa para a sucessão — concluiu.
Fonte: Paraibaonline