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Dificuldades de transporte para paciente oncológica em Patos

Alessandra relata problemas para conseguir transporte para sua mãe, que precisa de ambulância semanalmente para quimioterapia em João Pessoa. O serviço foi suspenso devido a uma trinca no para-brisa do veículo.
Foto: Imagem ilustrativa (Foto: Reprodução)

Uma moradora de Patos, Alessandra, procurou um veículo de comunicação local para relatar as dificuldades enfrentadas para conseguir transporte para sua mãe, Francisca dos Santos Morais, que realiza sessões de quimioterapia semanalmente no Hospital São Vicente de Paulo, em João Pessoa. Segundo Alessandra, a família foi informada de que não haveria ambulância disponível para a próxima viagem após uma trinca no para-brisa do veículo utilizado anteriormente.

O incidente ocorreu na quarta-feira da semana passada, quando mãe e filha retornavam de João Pessoa. Durante o trajeto, uma pedra atingiu o vidro da ambulância, causando a trinca. Alessandra compreende a necessidade de reparo, mas questiona a falta de alternativas de transporte para sua mãe continuar o tratamento.

Francisca está acamada e enfrenta limitações físicas devido à doença, apresentando seis fraturas na coluna, que são sequelas do câncer. A filha destaca que o deslocamento em ambulância é essencial, pois a viagem entre Patos e João Pessoa pode durar várias horas e é desconfortável para a paciente.

Alessandra já havia enfrentado dificuldades anteriores para conseguir transporte e teme que a falta de um veículo impeça sua mãe de comparecer às sessões de tratamento. Ela enfatiza que a paciente só consegue viajar de ambulância devido às suas condições de saúde.

Na terça-feira, Alessandra foi informada pelo responsável pelo transporte de pacientes em Patos que não seria possível realizar a viagem programada para o dia seguinte, devido à trinca no para-brisa e à falta de outro transporte. Ela critica a ausência de alternativas e pede que a situação seja avaliada pelos responsáveis pelo serviço.

O caso foi encaminhado para a assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Saúde, mas até o fechamento da matéria não houve resposta. O espaço permanece aberto para esclarecimentos.

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