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Homem morre após acidente e acusa namorada de ato intencional

Após um grave acidente, um homem de 22 anos faleceu e relatou que sua namorada teria jogado o carro contra uma árvore durante uma discussão. O caso agora é investigado como homicídio veicular.
Foto: Notícias ao Minuto Brasil

Um homem de 22 anos faleceu após passar oito meses internado devido a um acidente de carro nos Estados Unidos. Antes de sua morte, Daniel Waterman informou às autoridades que a colisão não foi acidental, alegando que sua namorada, Leigha Mumby, teria jogado o veículo contra uma árvore intencionalmente durante uma discussão.

Leigha, de 25 anos, dirigia o carro no momento do acidente, que ocorreu em fevereiro de 2025, no condado de Flagler, na Flórida. Ela enfrenta acusações de homicídio veicular e direção imprudente com lesões corporais graves.

Conforme reportado pelo jornal britânico The Sun, o casal discutia quando o carro saiu da pista e colidiu com uma árvore em alta velocidade, atingindo cerca de 150 km/h nos momentos que antecederam o impacto.

A investigação, que inicialmente tratava o caso como um acidente, passou a ser considerada um possível crime após os relatos de Waterman e a análise das circunstâncias do acidente.

O desentendimento entre o casal começou após Leigha descobrir que estava grávida. Durante o trajeto de volta de uma reunião familiar, a discussão se intensificou, especialmente após Daniel receber uma mensagem de uma amiga.

Waterman relatou que, em um momento de tensão, Leigha teria acelerado o carro após ele tentar sair do veículo. Ele afirmou que ela disse: 'Não me importo com o que aconteça. Você vai receber o que merece.'

Após o acidente, ambos sofreram ferimentos graves. Daniel ficou hospitalizado e, durante esse período, forneceu informações sobre o que ocorreu no carro. Ele demonstrou rejeição à presença de Leigha no hospital, afastando sua mão quando ela tentou segurá-la.

Daniel faleceu em outubro de 2025, e três dias depois, Leigha deu à luz o filho do casal. A Polícia Rodoviária da Flórida determinou que o veículo estava em alta velocidade antes da colisão, com dados indicando aceleração e acionamento dos freios momentos antes do impacto.

As declarações de Daniel não poderão ser utilizadas como prova no julgamento, uma decisão da Justiça da Flórida que pode impactar a acusação. O julgamento de Leigha está agendado para começar em breve.

A morte de Daniel também gerou uma disputa familiar pela guarda do filho, com familiares buscando a custódia, enquanto uma profissional descreve Leigha como uma mãe cuidadosa.

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