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Eduardo Carneiro propõe nova configuração política na Paraíba

O deputado Eduardo Carneiro defende uma redistribuição dos espaços políticos na Paraíba após as eleições de 2026, destacando o crescimento do Progressistas e a importância do diálogo com os deputados.
Foto: Polêmica Paraíba

O deputado estadual Eduardo Carneiro (PP) propôs uma reavaliação dos espaços políticos na Paraíba, considerando os resultados das eleições de 2026. Ele enfatizou que a nova correlação de forças deve ser levada em conta pelo Governo do Estado na formação de sua equipe.

Carneiro destacou o avanço do Progressistas (PP) e da federação União-Progressista, ressaltando a presença significativa do partido na Assembleia Legislativa, na Câmara Federal e no Governo do Estado.

Existe uma nova configuração na Paraíba. O Progressistas é o maior partido do Estado — afirmou.

O deputado esclareceu que a discussão deve se restringir aos cargos políticos, deixando de lado as nomeações de caráter técnico, que são de responsabilidade do governador.

Nós defendemos exatamente essa redistribuição dos espaços políticos, porque houve um resultado eleitoral e, após esse resultado, naturalmente se faz uma avaliação das forças políticas espalhadas pela Paraíba — explicou.

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) também será alvo dessa discussão, mas Carneiro acredita que o debate sobre a presidência da Casa deve ser adiado até após o segundo turno nacional, agendado para 25 de outubro. Ele mencionou que Lucas Ribeiro está focado na articulação da campanha de Lula neste momento.

A partir daí, se iniciará uma discussão, o debate, o diálogo com os deputados. Precisa sentir qual é o sentimento dos 36 parlamentares. Tivemos uma renovação de mais de 30% na Assembleia — afirmou Carneiro, defendendo que haja conversas com deputados e partidos antes de definir a liderança da Casa de Epitácio Pessoa.

Eduardo Carneiro foi reeleito deputado estadual com 52.291 votos, representando 2,16% dos votos válidos na Paraíba. Ele assumirá seu novo mandato em 1º de fevereiro de 2027, em uma Assembleia que será formada pelo sistema proporcional, que considera o desempenho dos partidos e federações na distribuição das cadeiras.

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