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Previsão de nova pandemia gera repercussão após morte na Rússia

A morte de Darya Shipilova, funcionária de instituto de peste na Rússia, após pneumonia, reacendeu a previsão de Craig Hamilton-Parker sobre uma nova doença bacteriana.
Foto: Notícias ao Minuto Brasil

Uma previsão feita pelo britânico Craig Hamilton-Parker, conhecido como 'Profeta do Fim do Mundo', voltou a ser discutida após a morte de Darya Shipilova, funcionária do Instituto de Pesquisa Antipeste de Irkutsk, na Rússia. Em um vídeo publicado em 24 de setembro, Hamilton-Parker mencionou a possibilidade de uma nova pandemia causada por uma doença bacteriana que afetaria principalmente os pulmões.

Darya, de 28 anos, adoeceu no trabalho e foi internada em 29 de setembro, vindo a falecer em 2 de outubro devido a um quadro grave de pneumonia. A proximidade das datas entre a previsão e a morte gerou repercussão nas redes sociais e na imprensa internacional.

Entretanto, é importante destacar que as autoridades russas não confirmaram que Darya tenha morrido de peste, e Hamilton-Parker não fez menção a Rússia, Sibéria ou ao instituto em sua previsão. Em seu vídeo, ele relatou que dois monges tibetanos o alertaram sobre uma nova crise sanitária, afirmando que a doença seria mais difícil de controlar e se espalharia rapidamente.

Darya Trabalhava Em Um Instituto Especializado Em Doenças Infecciosas Perigosas

Darya trabalhava em um instituto especializado em doenças infecciosas perigosas. Relatos iniciais sugeriram que ela poderia ter quebrado um tubo de ensaio com bactérias, mas essa versão não foi confirmada e é rejeitada pelas autoridades. A causa oficial da morte foi classificada como pneumonia de etiologia desconhecida.

Após o incidente, quase 200 pessoas que tiveram contato com Darya foram monitoradas, mas até o momento, nenhum resultado positivo para peste foi registrado. A Organização Mundial da Saúde (OMS) está acompanhando a situação e considera baixo o risco de uma epidemia na Rússia e muito baixo para a Europa.

A Rospotrebnadzor, agência de saúde russa, afirmou que não foi detectada a bactéria causadora da peste entre os monitorados e que a situação epidemiológica permanece estável. Apesar da falta de informações conclusivas, a sequência de eventos gerou preocupação internacional, levando a países vizinhos a reforçarem medidas de vigilância.

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