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Deputado Caio Roberto se pronuncia após operação da PF na Paraíba

Após ser alvo da Operação Zona de Influência, o deputado Caio Roberto negou irregularidades em sua campanha e afirmou que colabora com as investigações da PF.
Foto: caio roberto

O deputado estadual Caio Roberto, que busca a reeleição, divulgou uma nota oficial após ser um dos alvos da Operação Zona de Influência, realizada pela Polícia Federal. A operação investiga supostas negociações entre agentes públicos e organizações criminosas em comunidades da Paraíba.

Na nota, o parlamentar enfatizou que sua campanha está em conformidade com a legislação eleitoral.

O Deputado Caio Roberto vem informar que exerce sua campanha eleitoral de acordo com as regras do processo eleitoral em todo o Estado da Paraíba, não tendo praticado qualquer tipo de ilícito eleitoral — afirmou.

A assessoria do deputado também destacou que ele colaborou com os agentes federais durante a operação.

Informa ainda que atendeu prontamente a diligência da Polícia Federal na data de hoje e que, na ocasião, não foi localizado dinheiro ou qualquer outro elemento indiciário de qualquer crime eleitoral ou de qualquer vinculação com membros de organizações criminosas — ressaltou.

A nota conclui afirmando que a agenda de Caio Roberto permanece inalterada.

Assim, o candidato Caio Roberto continuará realizando sua campanha com absoluta tranquilidade, respeitando as regras do pleito e permanecendo à inteira disposição da Justiça Eleitoral

, finaliza.

Detalhes da Operação Zona de Influência

A Operação Zona de Influência foi deflagrada pela Polícia Federal com o intuito de investigar a negociação de apoio político em troca de benefícios a grupos criminosos que atuam em comunidades paraibanas. O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) expediu sete mandados de busca e apreensão, incluindo o afastamento cautelar de um secretário municipal de João Pessoa por 90 dias.

As investigações indicam que lideranças criminosas utilizavam o controle territorial para restringir ou permitir a entrada de candidatos nas comunidades durante o período eleitoral, em troca de pagamentos em dinheiro, custeio de despesas de centros comunitários e oferecimento de cargos na administração pública.

Os alvos da operação estão sendo investigados por crimes eleitorais, organização criminosa, lavagem de dinheiro, domínio social estruturado e favorecimento a grupos criminosos. As diligências da Polícia Federal seguem em andamento para apurar a responsabilidade de cada envolvido.

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