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Érika Von Sohsten encerra campanha ouvindo mulheres da Paraíba

Érika Von Sohsten finaliza sua campanha para deputada federal na Paraíba, destacando a importância de ouvir mulheres sobre violência e oportunidades. Suas propostas foram moldadas a partir de encontros nas ruas.
Foto: Polêmica Paraíba

Após percorrer diversas cidades da Paraíba e dialogar com mulheres sobre temas como violência, autonomia e oportunidades, Érika Von Sohsten (PDT, 1234) chega à última semana de sua campanha para deputada federal. A experiência fora dos gabinetes influenciou sua visão sobre políticas públicas.

Com a candidatura aprovada, Érika concorre a uma vaga na eleição de 4 de outubro. Inicialmente focada no ambiente digital, sua campanha a levou para as ruas, onde visitou cidades como Patos, Souza e Cajazeiras, além de Santa Rita, Bayeux, Sapé, Bananeiras, Cuitegi, Guarabira, Mari, Belém e Pirbitituba.

Durante essas visitas, o projeto Vamos Debater permitiu que a candidata fizesse perguntas e ouvisse respostas, incluindo as mais difíceis. As conversas resultaram em temas que guiam a fase final da campanha, como a violência contra a mulher, a dependência financeira que mantém mulheres em relações abusivas, e a exclusão de mulheres trans no mercado de trabalho.

Érika destacou a importância de ouvir as histórias das mulheres, afirmando:

Eu comecei essa campanha querendo falar. Termino querendo ouvir ainda mais. Percorrer a Paraíba e olhar nos olhos das pessoas me mostrou que uma boa lei não nasce apenas de uma mesa em Brasília. Ela precisa nascer da realidade de quem vai ser alcançado por ela.

Ela também mencionou que as histórias que ouviu mudaram sua perspectiva sobre políticas públicas, ressaltando a necessidade de acolhimento e proteção, especialmente em relação à Lei Maria da Penha. O debate ocorre em um contexto onde a ONU Mulheres apresentou propostas para as eleições de 2026, destacando que as mulheres representam 52,8% do eleitorado, mas ocupam apenas 17,2% das cadeiras na Câmara dos Deputados.

Érika não vê a eleição como um fim, mas como um início.

Não quero chegar a Brasília imaginando que sei o que a Paraíba precisa sem continuar ouvindo quem vive os problemas. Se receber essa responsabilidade, essa escuta precisa continuar durante o mandato.

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