Search

Vereadora defende câmeras de segurança em UPAs e hospitais

A vereadora Waléria Assunção criticou a decisão da Prefeitura de Campina Grande de retirar câmeras de segurança e impedir novas instalações em unidades de saúde, destacando a importância da tecnologia para a segurança...
Foto: Simoneduarte

Durante uma sessão na Câmara Municipal de Campina Grande, a vereadora Waléria Assunção expressou sua preocupação com a decisão da Prefeitura de não permitir a instalação de câmeras de videomonitoramento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e hospitais. A parlamentar questionou a ordem para a retirada dos equipamentos já instalados pelo Centro Integrado de Comando e Controle (CICC).

Waléria destacou que as câmeras foram colocadas em áreas comuns, como recepções, e não em locais que comprometeriam a privacidade de pacientes e profissionais. Para ela, a presença desses dispositivos é fundamental para aumentar a segurança de todos que frequentam as unidades de saúde.

A vereadora argumentou que a retirada das câmeras representa uma perda significativa para a segurança pública, afirmando:

Estamos falando de câmeras em áreas comuns, não faz sentido abrir mão de uma ferramenta que pode ajudar a prevenir crimes, identificar suspeitos e proteger tanto a população quanto os profissionais que trabalham nessas unidades.

A discussão em torno das câmeras envolve a legislação de proteção de dados e a privacidade, com a gestão municipal citando preocupações relacionadas à filmagem em ambientes de atendimento. No entanto, Waléria enfatizou a necessidade de diferenciar entre áreas de atendimento e espaços de circulação.

Ela também lembrou que o videomonitoramento já faz parte da política de segurança pública em Campina Grande, com dados indicando a presença de 394 câmeras na cidade, além de contribuições significativas para a recuperação de veículos e identificação de indivíduos.

Waléria mencionou ainda que outras unidades hospitalares, como o Hospital de Trauma e o Hospital de Clínicas, já utilizam sistemas de videomonitoramento, reforçando a viabilidade da tecnologia, desde que respeitadas as normas de privacidade.

Por fim, a vereadora concluiu que a sociedade demanda mais segurança e que a tecnologia deve ser utilizada de maneira adequada para auxiliar na prevenção da violência, defendendo tanto a permanência das câmeras já instaladas quanto a instalação de novos equipamentos.

PUBLICIDADE

Mais recentes

PUBLICIDADE