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Hervázio Bezerra comenta sobre impugnação de Cícero Lucena

O deputado Hervázio Bezerra se mostrou tranquilo em relação ao pedido de impugnação da candidatura de Cícero Lucena, destacando a ausência de condenações. Ele também alertou sobre a situação fiscal da Paraíba.
Foto: hervazio bezerra

O deputado estadual Hervázio Bezerra (MDB) expressou confiança diante do pedido do Ministério Público Eleitoral para impugnar a candidatura do ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), ao Governo da Paraíba. Hervázio argumentou que Cícero não possui condenação, o que, segundo ele, não impediria a candidatura.

Cícero não tem nenhuma condenação. O Ministério Público faz a representação, mas ele está absolutamente tranquilo, porque você só pode ser penalizado se tiver trânsito em julgado, uma condenação, e isso não impede que ele seja candidato — afirmou.

Além disso, Hervázio Bezerra manifestou preocupação com a situação fiscal do Estado, que, segundo ele, está entre os que mais ultrapassaram os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Ele enfatizou a importância de abordar essa questão.

É um dado importante, relevante, que nos assusta, e eu, enquanto parlamentar, jamais poderia silenciar com relação a isso. Fica aqui o meu alerta. O governo tem que acender, é sinal vermelho — destacou.

O deputado também alertou que, caso o governador Lucas Ribeiro (Progressistas) não reduza o número de contratados, a folha de pagamento do Estado poderá aumentar ainda mais.

A informação que nós temos é que o governo irá fazer essas contratações após o período eleitoral, mas mesmo após, se o governador Lucas não demitir, essa folha vai aumentar ainda mais — disse.

Hervázio defendeu que a Assembleia Legislativa deve acompanhar a situação fiscal e exigir ações do Executivo para aumentar a receita e garantir o equilíbrio fiscal do Estado.

A Assembleia não pode fazer cara de paisagem sobre esse tema e tem que exigir do governador Lucas Ribeiro medidas que venham a fazer com que a receita aumente e que haja o equilíbrio econômico fiscal — concluiu.

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