As autoridades espanholas anunciaram a prisão de 16 indivíduos ligados a uma rede de prostituição chinesa, além da libertação de 26 mulheres que eram exploradas sexualmente. A operação, realizada em conjunto pela polícia e pelas autoridades tributárias, resultou no fechamento de 11 casas de prostituição.
As detenções ocorreram em diversas cidades, incluindo Madrid, Valência, Saragoça, Barcelona, Tarragona e Figueres, onde os agentes prenderam quatro pessoas em Madrid, quatro em Valência, três em Saragoça, duas em Barcelona, duas em Tarragona e uma em Figueres.
Entre os detidos está o líder da organização criminosa, que teve sua prisão preventiva decretada por ordem judicial. A investigação revelou que a quadrilha recrutava as mulheres por meio de falsas ofertas de emprego divulgadas em redes sociais e aplicativos de mensagens.
As vítimas eram mantidas em condições de escravidão, obrigadas a estarem disponíveis 24 horas por dia e a se prostituírem sem o uso de preservativos.