Na noite de quarta-feira (8/7), os Estados Unidos e o Irã voltaram a se atacar, marcando a segunda noite consecutiva de hostilidades. O Comando Central das Forças Armadas dos EUA (Centcom) informou que bombardeou cerca de 90 alvos militares no Irã, enquanto a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) retaliou com ataques a bases norte-americanas localizadas no Kuwait, Catar e Bahrein.
A escalada de violência ocorreu três semanas após a assinatura de um memorando de entendimento que buscava estabelecer um cessar-fogo na região. Segundo os EUA, o acordo foi rompido quando o Irã atacou três caminhões-tanque no Estreito de Ormuz no início da semana.
Em resposta, o exército norte-americano lançou ataques a 80 alvos militares no Irã. Além disso, o Departamento do Tesouro dos EUA revogou uma isenção temporária das sanções que permitia a Teerã exportar petróleo.
O presidente Donald Trump comentou a situação, afirmando que o Irã solicitou um novo acordo, mas que não considera o país "digno" de mais negociações.
Eu simplesmente não sei se eles são dignos de fazer um acordo, não sei se eles vão honrar o acordo — declarou.
Trump também afirmou que o memorando de entendimento não está mais em vigor e criticou a liderança iraniana, chamando-a de "escória" e descrevendo seus líderes como "pessoas doentes" e "cruéis".
Por sua vez, o principal negociador do Irã e presidente do parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, declarou que o país responderá aos ataques, afirmando que os EUA ainda não aprenderam que
o bullying e a quebra de promessas não são mais sem custo
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