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Estudo investiga uso de vitamina B3 no tratamento de glioblastoma

Pesquisadores da Universidade de Calgary analisam o potencial da vitamina B3 como complemento a tratamentos convencionais para glioblastoma, câncer cerebral agressivo.
Foto: Vitamina B3 pode ajudar no tratamento de câncer cerebral agressivo

Pesquisadores da Universidade de Calgary, no Canadá, estão conduzindo um estudo sobre a eficácia de altas doses de vitamina B3, também conhecida como niacina, no tratamento do glioblastoma, um dos tipos mais agressivos de câncer cerebral. Os primeiros resultados indicam que a vitamina pode aumentar o tempo sem progressão da doença quando utilizada em conjunto com os tratamentos convencionais.

Atualmente, o tratamento do glioblastoma envolve cirurgia, radioterapia e quimioterapia. No entanto, mesmo com essas abordagens, a recorrência do tumor é comum após o tratamento. A pesquisa em andamento busca entender como a vitamina B3 pode atuar como um complemento a essas terapias.

Os pesquisadores estão investigando a relação entre o sistema imunológico e o glioblastoma, uma vez que o tumor tem a capacidade de enfraquecer as células de defesa do organismo, diminuindo sua eficácia no combate ao câncer. A hipótese é que a niacina possa ajudar a restaurar parte dessa função imunológica.

Os resultados iniciais do estudo foram publicados no Journal of Neuro-Oncology em novembro de 2025, destacando a importância da pesquisa contínua na busca por novas estratégias de tratamento para essa doença devastadora.

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