A gestão da prefeita Corrinha Delfino (PP) enfrenta novas críticas após declarações de uma ex-coordenadora da Casa de Apoio de Cajazeiras. Em suas denúncias, ela afirma que os servidores estão submetidos a um ambiente de pressão constante, caracterizado por vigilância e constrangimentos.
Segundo a ex-coordenadora, câmeras foram instaladas não apenas para garantir a segurança, mas também para monitorar os funcionários, o que teria gerado um clima de desconfiança e intimidação dentro da unidade.
Essas declarações contrariam o discurso de valorização do servidor promovido pela atual gestão. Se confirmadas, as denúncias indicam uma administração mais preocupada em vigiar do que em motivar, inclinada ao controle em vez do diálogo.
Este episódio representa um novo desgaste para a prefeita Corrinha, que já enfrenta críticas sobre sua condução política e administrativa. A fala de ex-aliados sugere que os problemas internos estão se tornando uma questão pública que exige respostas.
A gestão agora se vê diante de uma pergunta crucial: irá responder às acusações ou continuará em silêncio diante de denúncias que comprometem a relação da Prefeitura com seus servidores?
Além disso, a prefeita tenta justificar um contrato de quase R$ 15 milhões para a gestão da frota de veículos, mas suas explicações não parecem coincidir com os documentos oficiais da licitação.