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Rejeição a Flávio Bolsonaro atinge 52%, segundo pesquisa BTG/Nexus

A rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a Presidência da República chegou a 52%, conforme pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 15. O índice representa o maior percentual de rejeição registrado...

A rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a disputa à Presidência da República atingiu 52%, de acordo com pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 15. Este é o maior percentual de rejeição do parlamentar desde o início da série histórica.

Desde abril, a rejeição ao filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro tem mostrado uma tendência de alta, sempre dentro da margem de erro. Em abril, 48% dos entrevistados afirmaram que não votariam em Flávio de jeito nenhum. Em maio, esse número subiu para 50%, e agora chega a 52%.

Em contrapartida, 25% dos entrevistados afirmam que Flávio é o único candidato em quem votariam, enquanto 20% indicam que poderiam votar nele.

No ranking de rejeição, Flávio Bolsonaro ocupa a segunda posição, atrás apenas do deputado federal Aécio Neves (PSDB), que possui 62% de rejeição. Para efeito de comparação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é rejeitado por 47% dos entrevistados, enquanto 38% afirmam que ele é o único em quem votariam e 14% que poderiam votar nele.

Outros candidatos também apresentam índices de rejeição: o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), tem 37%; o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), 39%; Renan Santos (Missão) e Joaquim Barbosa (DC) têm 36% cada; Cabo Daciolo (Mobiliza) é rejeitado por 46% e Augusto Cury (Avante) por 35%.

A pesquisa também revela que Lula é o candidato com maior preferência para ser reeleito, com 40% dos entrevistados desejando que ele permaneça mais quatro anos na Presidência, um aumento em relação aos 39% do mês anterior. Por outro lado, 31% preferem Flávio ou outro candidato apoiado por Jair Bolsonaro, enquanto 24% optam por um candidato que não seja apoiado nem por Lula nem por Flávio.

O levantamento foi realizado entre os dias 12 e 14 de junho e ouviu 2.017 entrevistados em todas as 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com um intervalo de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06645/2026.

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