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Pix transforma comércio em Cajazeiras e reduz uso de dinheiro

A tecnologia do Pix, que completa seis anos em 2026, revolucionou o comércio em Cajazeiras, facilitando transações e diminuindo a circulação de dinheiro em espécie.

O sistema de pagamentos instantâneos Pix, desenvolvido pelo Banco Central do Brasil e lançado em 2020, tem se consolidado como uma das principais inovações financeiras do país. Com um volume de R$ 35,36 trilhões movimentados em 80 bilhões de transações no último ano, o Pix já conta com cerca de 170 milhões de usuários, competindo diretamente com grandes empresas de cartões de crédito.

Na cidade de Cajazeiras, a reportagem da TV e Rede Diário ouviu empresários e consumidores sobre a influência do Pix no comércio local. A agilidade proporcionada pelo sistema tem substituído práticas tradicionais de crédito informal. O empresário Raimundo Júnior destacou a importância dessa mudança em sua rotina: "Realmente o Pix foi um avanço, eu como pequeno empresário foi um avanço, caiu até aquele sistema de vale. Hoje ninguém mais fala de vale, é Pix… Acho que foi de grande importância na vida econômica dos brasileiros e, principalmente, para o empresário."

A percepção de segurança nas transações também é um ponto positivo mencionado por comerciantes da região. Vando Alencar, de Monte Horebe, elogiou a confiabilidade do sistema:

O Pix é uma das melhores coisas que pode ter existido no nosso Brasil. Eu mesmo trabalho, tenho um comércio e não tem coisa melhor. É aquela coisa que você tem com certeza que faz aquela transação que não tem como dar errado e, pra mim é uma maravilha, para mim não, para todos.

Joaquim, outro comerciante, observou que o uso de dinheiro em espécie tem diminuído nas compras do dia a dia.

O Pix hoje é tudo, porque se você for comprar um chiclete, um bombom, você tem que passar Pix. A população não está querendo andar mais com dinheiro no bolso, é só Pix. E é uma vantagem 100% mais prática, — afirmou.

Entretanto, a adoção dessa tecnologia também apresenta desafios, especialmente para as gerações mais velhas e para aqueles que vivem em áreas com infraestrutura de telecomunicações limitada. Geová Vicente, morador da zona rural de Cajazeiras, reconheceu a utilidade do Pix, mas apontou dificuldades:

Facilita muito por um lado, mas às vezes, por conta da internet que não tem, atrasa, mas é bom.

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