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Dificuldades na Transferência Escolar de Aluna com Doença Crônica em Patos

A mãe de Evelyn Priscila, de 14 anos, enfrenta obstáculos para transferir a filha com urticária crônica para uma escola mais próxima de casa, em Patos.
Foto: reprodução

Uma mãe em Patos relatou as dificuldades que enfrenta para transferir sua filha, Evelyn Priscila, de 14 anos, para uma escola mais próxima de sua residência. A adolescente, que sofre de urticária crônica, está atualmente matriculada na Escola Municipal de Ensino Fundamental Aristides Hamad Timene, localizada no bairro Santo Antônio.

Erika Francisca, mãe de Evelyn, destacou que a condição de saúde da filha é agravada por fatores como exposição ao sol e deslocamentos prolongados. Apesar de reconhecer a qualidade da escola onde a filha estuda, ela afirma que o trajeto diário tem contribuído para o agravamento do quadro de saúde da jovem.

Minha filha faz tratamento uma vez por mês e vive em crise. Ela não aguenta mais o deslocamento. Desde o ano passado eu tento conseguir uma vaga no CIEP I, que fica praticamente atrás da minha casa, mas até agora não consegui

, relatou Erika.

A mãe já apresentou diversos pedidos à direção da escola desejada, acompanhados de laudos médicos que comprovam a condição de saúde de Evelyn. No entanto, a justificativa para a negativa da transferência tem sido a falta de vagas.

Erika também buscou apoio do Ministério Público da Paraíba, que está acompanhando o caso. Um novo pedido será enviado à Prefeitura de Patos para reavaliação da situação.

Não estou pedindo favor. Estou lutando pelo direito da minha filha de estudar em uma escola mais próxima, que permita que ela continue o tratamento e tenha condições de frequentar as aulas sem comprometer ainda mais a saúde — afirmou.

Atualmente, devido às crises provocadas pela urticária crônica, Evelyn não está frequentando a escola. A mãe explicou que a exposição ao sol e situações que causam ansiedade ou estresse podem desencadear crises.

É uma situação muito difícil para ela e para toda a família — disse Erika.

A urticária crônica é caracterizada por lesões avermelhadas na pele, coceira intensa e, em alguns casos, inchaços, impactando significativamente a qualidade de vida dos pacientes.

A equipe de reportagem tentou contato com a assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Educação de Patos, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria. O espaço permanece aberto para manifestação da pasta.

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