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Exames iniciais não detectam violência em morte de idosa em Bayeux

Os primeiros exames do IML de João Pessoa não encontraram sinais de violência no corpo da idosa encontrada morta em Bayeux. A causa da morte ainda é desconhecida.
Foto: Instituto de Polícia Científica (Foto: Luís Eduardo)

Os primeiros exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) de João Pessoa não revelaram sinais de violência física ou sexual no corpo da idosa encontrada morta em uma área de mata na cidade de Bayeux. A mulher, identificada como Milce Daniel, estava desaparecida há sete dias na Região Metropolitana, e a causa de sua morte ainda não foi determinada.

O médico Flávio Fabres, do Instituto de Polícia Científica (IPC), confirmou em entrevista ao programa Acorda Paraíba, da rádio 98FM Correio, que as avaliações iniciais indicam que Milce Daniel não sofreu qualquer tipo de abuso sexual ou violência. Além disso, Flávio informou que não foram identificadas substâncias em seu organismo, descartando a possibilidade de dopagem.

Apesar da ausência de sinais de violência nos exames preliminares, a causa da morte permanece desconhecida. Outras avaliações e análises mais detalhadas estão programadas, e a expectativa é que a causa do falecimento seja esclarecida nos próximos dias.

Milce Daniel Pessoa, de 72 anos, desapareceu no dia 22 de abril, após acompanhar um amigo e vizinho a uma consulta médica. Após os exames no Hospital Metropolitano, os dois pararam em uma área de mata para pegar mangas, momento em que a idosa desapareceu. Seu corpo foi encontrado sete dias depois, em 29 de abril, e desde então, exames têm sido realizados para determinar a causa da morte.

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