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Divulgação de suposta carta de suicídio de Jeffrey Epstein

A Justiça dos EUA tornou pública uma suposta carta de suicídio de Jeffrey Epstein, que estava sob sigilo. O documento foi encontrado por um ex-companheiro de cela após a morte do bilionário.
Foto: G1

A Justiça dos Estados Unidos divulgou uma suposta carta de suicídio de Jeffrey Epstein, que estava sob sigilo. O documento faz parte de um processo judicial relacionado a um ex-companheiro de cela do bilionário, Nicholas Tartaglione.

A existência da nota foi inicialmente revelada pelo The New York Times em abril. O conteúdo foi liberado após um pedido do jornal, embora não seja possível confirmar a autoria do texto.

A carta contém uma mensagem que expressa frustração com as investigações, afirmando:

Eles me investigaram por meses — NÃO ENCONTRARAM NADA!!!

e conclui com uma declaração sobre a escolha do momento de se despedir.

Nicholas Tartaglione, um ex-policial que cumpre prisão perpétua, encontrou o bilhete em julho de 2019, após Epstein ser encontrado inconsciente em sua cela. Na ocasião, Epstein negou que tivesse tentado suicídio e acusou Tartaglione de agressão.

O bilhete foi entregue ao advogado de Tartaglione como precaução, e o documento foi lacrado por um juiz federal, integrando o processo criminal contra o ex-companheiro de cela. Investigadores que apuraram a morte de Epstein não tiveram acesso ao material.

Jeffrey Epstein, que tinha ligações com figuras influentes, foi acusado de aliciar menores para exploração sexual. Em 2008, ele firmou um acordo judicial, mas em 2019 foi preso novamente por tráfico sexual. Sua morte na prisão, considerada suicídio, gerou diversas teorias da conspiração e questionamentos sobre a segurança do local.

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