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Prefeito Leo Bezerra apresenta ações de resposta às chuvas em João Pessoa

O prefeito Leo Bezerra detalhou ações da Prefeitura de João Pessoa em resposta às chuvas que afetaram a cidade, destacando assistência às famílias e planos de limpeza e manutenção.
Foto: Joaopessoa

O prefeito Leo Bezerra tem monitorado de perto os impactos das chuvas em João Pessoa, que já ultrapassaram 400 milímetros na última semana. A Prefeitura está oferecendo assistência às famílias afetadas, incluindo reformas de casas danificadas através do programa Cuidar do Lar e auxílio-moradia para garantir a segurança das pessoas.

Em uma reunião realizada no Centro Administrativo Municipal (CAM) com os vereadores, Bezerra apresentou um relatório das ações implementadas e anunciou uma segunda fase de intervenções, que incluirá limpeza de vias e manutenção de estruturas danificadas. Ele enfatizou a importância do apoio dos parlamentares nas decisões sobre recursos e emendas.

A Prefeitura destinou mais de R$ 1,3 milhão para ações em diversas frentes, sem contar os serviços de saúde. Tenho certeza de que a Prefeitura não deixará de tomar nenhuma providência e sei que a Câmara também não, pois os vereadores estão aqui para nos ajudar nessa questão.

O prefeito também mencionou a expectativa de receber recursos do Governo Federal para o plano de contingência elaborado pelas secretarias municipais. A reunião contou com a participação de todos os vereadores, incluindo o presidente da Câmara, Dinho Dowsley, que participou virtualmente devido a questões de saúde.

Conforme informações da Defesa Civil, as inundações afetaram 1.540 pessoas, com 7 feridos, 29 enfermos, 72 desabrigados e 117 desalojados, sem registros de óbitos. Os danos materiais incluem 85 unidades habitacionais atingidas, sendo 42 delas completamente destruídas, principalmente nos bairros de Gramame e Engenho Velho.

A Prefeitura tem trabalhado em conjunto com diversos órgãos para realizar interdições, limpeza urbana e assistência às famílias. Até o momento, não foram confirmados casos de doenças relacionadas à água contaminada, e a Secretaria de Infraestrutura identificou 23 pontos de alagamento, mobilizando 170 profissionais para a operação emergencial, que teve um custo de R$ 1,3 milhão.

Os vereadores concordaram sobre a gravidade da situação e a necessidade de continuar as ações. Alguns parlamentares destacaram a possibilidade de destinar emendas para apoiar a gestão municipal enquanto aguardam os recursos federais.

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