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Ministro alemão defende maior responsabilidade europeia em segurança

O ministro da Defesa da Alemanha, Boris Pistorius, afirmou que os europeus devem assumir mais responsabilidade por sua segurança, em resposta à retirada de tropas dos EUA. A Otan também enfatizou a necessidade de inve...
Foto: G1

O ministro da Defesa da Alemanha, Boris Pistorius, destacou a importância de os europeus assumirem maior responsabilidade por sua própria segurança. A declaração foi feita em resposta ao anúncio dos Estados Unidos sobre a retirada de 5 mil soldados do país europeu.

Pistorius afirmou que "a Alemanha está no caminho certo", mencionando a expansão das Forças Armadas e a aquisição de novos equipamentos. Ele também comentou que a retirada de tropas americanas da Europa era uma possibilidade esperada.

A Otan, por sua vez, declarou que está colaborando com os EUA para entender os detalhes dessa decisão. A porta-voz da aliança, Allison Hart, ressaltou a necessidade de a Europa investir mais em defesa e assumir uma parte maior da responsabilidade pela segurança compartilhada.

Hart mencionou que o progresso já é visível desde que os aliados concordaram em investir 5% do PIB na cúpula da OTAN em Haia no ano anterior. Ela expressou confiança na capacidade da aliança de garantir a dissuasão e a defesa.

A retirada das tropas é vista como uma resposta a tensões diplomáticas entre os EUA e a Alemanha. O presidente Donald Trump, em declarações recentes, criticou a postura da Alemanha e indicou que a retirada poderia ser uma forma de punição.

O Pentágono informou que o processo de retirada deve ser concluído em até 12 meses, com a remoção de uma brigada de combate e a suspensão do envio de um batalhão de artilharia. Essas ações são consideradas uma resposta a comentários de autoridades alemãs que foram classificadas como "inapropriadas".

Além disso, Trump mencionou a possibilidade de retirar tropas de outros países da Otan, como Espanha e Itália, citando a falta de apoio a ações militares. A Alemanha, por outro lado, tem sido um parceiro estratégico, especialmente em operações contra o Irã.

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