O diagnóstico de transtorno do espectro autista (TEA) frequentemente inicia uma nova fase na vida das famílias, repleta de consultas e terapias. Nesse contexto, é fundamental que as crianças recebam suporte de uma rede de apoio bem estruturada, que inclua familiares, educadores e profissionais de diversas áreas.
O objetivo dessa abordagem é não apenas organizar atendimentos, mas também criar um ambiente que favoreça o desenvolvimento da criança. A atuação integrada de psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e pedagogos, com metas comuns, pode ser decisiva para promover a autonomia dos pequenos.
Ana Paula Lima, psicóloga do Grupo Care Plus em São Paulo, ressalta que o suporte psicológico é benéfico não apenas para a criança, mas também para toda a família.
Quando pais e cuidadores recebem orientação e acolhimento emocional, conseguem lidar melhor com os desafios e contribuir de forma mais consistente para o desenvolvimento dos filhos
, afirma.