A corrida para as duas vagas ao Senado da Paraíba está se configurando como uma das mais competitivas dos últimos anos. Entre os candidatos estão João Azevêdo, Nabor Wanderley, Veneziano Vital do Rêgo, André Gadelha, Marcelo Queiroga e Major Fábio.
Para oferecer uma visão histórica sobre essas disputas, um especial analisa como os paraibanos votaram ao Senado desde 1982, destacando os principais políticos e partidos envolvidos.
Eleições de 1994
Em 1994, a disputa contou com oito candidatos, incluindo José Nunes de Castro (PMN), João Bosco de Melo (PMN) e Ronaldo Cunha Lima (MDB). O final do governo de Ronaldo foi marcado pelo Caso Gulliver, onde ele atirou contra o ex-Governador Tarcísio Burity.
Apesar do incidente, Ronaldo decidiu concorrer ao Senado e foi reeleito com 517.833 votos, superando Humberto Lucena, que obteve 415.900 votos. Essa eleição ficou marcada como a última vez que dois candidatos da mesma chapa venceram.
Eleições de 1998
A eleição de 1998 teve seis candidatos, com destaque para Ney Suassuna (MDB) e Tarcísio Burity (PPB). Ney, que havia sido suplente, foi reeleito com 41,64% dos votos, enquanto Burity, que disputava após o atentado de 1993, ficou com 36,05%.
Cozete Barbosa (PT), uma vereadora de Campina Grande, surpreendeu ao obter 216.006 votos, representando 19,75% do total.
Eleições de 2002
Em 2002, a disputa envolveu dez candidatos, com José Maranhão (MDB) e Efraim Morais (PFL) como protagonistas. Maranhão, utilizando a máquina pública, foi eleito com 831.093 votos.
A segunda vaga foi disputada de forma acirrada, com Efraim Morais superando Wilson Braga por uma margem mínima, com 594.191 votos contra 591.390.
Fonte: Polemicaparaiba