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Policial do DF é investigado após ameaçar ex-companheira com tiros

Ao ameaçar a então companheira com tiros, Bruno Moreira dos Santos (foto em destaque), escrivão da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), disse que “a desgraçaria em um canavial”. O servidor público virou alvo de i.....
Foto: Policial

Ao ameaçar a então companheira com tiros, Bruno Moreira dos Santos (foto em destaque), escrivão da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), disse que “a desgraçaria em um canavial”. O servidor público virou alvo de investigação da Corregedoria-Geral após ser denunciado pela mulher. A afirmação foi gravada em áudio no dia 30 de agosto de 2025, quando, na volta de uma festa, Bruno teve um surto violento contra a companheira. Após xingá-la e disparar tiros diversas vezes, a vítima, que preferiu manter sua identidade sob sigilo, implorou que o escrivão da PCDF a levasse à delegacia. Leia também Mirelle Pinheiro De “macho alfa” a feminicídio: quando o red pill usa farda Mirelle Pinheiro Após ameaçar ex com tiros, policial diz que arma era de “chumbinho” Mirelle Pinheiro Saiba quem é o policial do DF investigado após ameaçar ex com tiros Mirelle Pinheiro “Arranco sua cabeça no dente”, disse policial civil do DF à ex-mulher Em resposta ao pedido da mulher, Bruno respondeu:

Eu vou te desgraçar, sabe onde? No canavial! Você vai pro caralho. Cansei da sua idiotice! Vou ligar para a polícia

, grita o homem. 2 imagensFechar modal.1 de 2Coluna teve acessos aos áudios, com exclusividade, que mostram as agressões Material cedido ao Metrópoles2 de 2 A gravação à qual a coluna teve acesso tem mais de 13 minutos e foi registrada em 30 de agosto de 2025Material cedido ao Metrópoles “Mato rindo” Nesta quarta-feira (22/4), a coluna expôs, com exclusividade, áudios que revelam surtos agressivos do servidor público. Uma das gravações às quais a coluna teve acesso tem mais de 13 minutos e foi registrada em 30 de agosto de 2025. A violência teria sido iniciada após uma confusão em uma balada conhecida, localizada no centro de Brasília. De acordo com a vítima, a fúria de Bruno teria começado após uma cliente do bar acionar os seguranças, afirmando que ele a teria empurrado. O escrivão, que, de acordo com a vítima, estava armado, teria pedido aos seguranças que puxassem as imagens das câmeras de monitoramento do estabelecimento, alegando não ter feito nada. Ao sair do local, o escrivão da PCDF teria direcionado toda a fúria à companheira. No áudio, a vítima chega a implorar para que ele não atire e o questiona sobre o que teria feito. Em resposta, ele a ofende e continua as ameaças. Em dado momento, depois de xingar a companheira seguidas vezes, Bruno se exalta, a ameaça e fala em “matar rindo” e “arrancar cabeças”. “Eu mato os outros rindo! Você entendeu essa porra? Eu mato rindo; Eu mando pra casa do caralho. Eu pego o canivete e arranco o pescoço! Eu arranco no dente, porra; arma é o caralho! Eu corto a cabeça no dente! Eu fico três dias mordendo essa porra no dente!” Enquanto gritava e ofendia a companheira, Bruno efetuou diversos disparos com uma arma. Os sons dos tiros ficaram registrados na gravação. Ainda na noite do episódio, a mulher procurou uma delegacia e registrou um boletim de ocorrência contra o companheiro. A PCDF informou que o caso é investigado. Confira a nota na íntegra: “A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) informa que, ao tomar conhecimento dos fatos envolvendo servidor da instituição, a Corregedoria-Geral adotou, de imediato, as providências legais cabíveis, instaurando inquérito policial para apuração completa das circunstâncias. O procedimento está em fase de conclusão. No âmbito administrativo, foi determinada a retirada da arma de fogo funcional do servidor. Medidas protetivas foram requeridas ao Poder Judiciário, deferidas e, posteriormente, revogadas por decisão judicial.” Já leu todas as notas e reportagens da coluna hoje? Acesse a coluna do Metrópoles.

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