O Botafogo voltou a ser penalizado pela Fifa e agora enfrenta um transfer ban ativo, decorrente de uma dívida com o Ludogorets, da Bulgária, relacionada à transferência do atacante Rwan Cruz. O jogador foi adquirido em fevereiro de 2025 por 8 milhões de euros, aproximadamente R$ 48 milhões.
As dificuldades financeiras da SAF, sob a gestão de John Textor, resultaram também na saída do diretor financeiro Anderson Santos. O clube enfrenta uma crise de caixa, com problemas financeiros se acumulando.
O transfer ban entrou em vigor nesta segunda-feira e remete a uma situação semelhante vivida entre dezembro e janeiro, quando o Botafogo não pagou o Atlanta FC pela transferência de Thiago Almada. Naquela ocasião, Textor havia negociado um acordo que não foi cumprido, levando o clube a solicitar prazos adicionais para o pagamento das parcelas.
Mais cedo, no dia 20, estava marcada uma assembleia convocada por Textor para discutir a emissão de novas ações, visando uma injeção de R$ 125 milhões. Contudo, a reunião não contou com a presença de todos os membros necessários, resultando na convocação de uma nova assembleia para o dia 27.
Um relatório de uma consultoria contratada pelo Botafogo revelou que o endividamento da SAF é de aproximadamente R$ 2,5 bilhões, com dados até 31 de dezembro de 2025.