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Pai de Henry Borel clama por Justiça após entrega de Monique Medeiros

Leniel Borel, pai de Henry, reforçou seu pedido por Justiça após a entrega de Monique Medeiros, acusada de envolvimento na morte do filho. Ele destacou a importância do respeito à Justiça.
Foto: henry borel

Leniel Borel, pai do menino Henry Borel, que faleceu em março de 2021, voltou a exigir Justiça após Monique Medeiros, acusada de participação no homicídio, se entregar na 34ª Delegacia de Polícia (Bangu). Em um vídeo, Leniel afirmou que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) foi crucial para proteger o processo e as testemunhas de

manobras que vêm tentando sabotar a Justiça

.

Ele ressaltou que o julgamento não diz respeito apenas ao menino Henry, mas também à integridade da Justiça e à sociedade.

Eu sigo lutando como pai, como vítima e como assistente de acusação e não vou aceitar nenhum retrocesso — afirmou Leniel.

O pai do menino destacou que o ministro Gilmar Mendes reconheceu o risco que a soltura de Monique representa e enfatizou a gravidade do crime, pedindo celeridade no julgamento. Monique se apresentou à delegacia após a prisão preventiva ser restabelecida pelo STF, em resposta a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).

A prisão de Monique ocorreu após a defesa de Leniel Borel contestar o relaxamento de sua prisão, que havia sido concedido em março, após o adiamento do julgamento. Monique e Jairinho, padrasto de Henry, enfrentam acusações de tortura, homicídio qualificado, fraude processual, coação e falsidade ideológica.

Henry Borel faleceu em 8 de março de 2021, no apartamento onde morava com a mãe e o padrasto. A versão apresentada pelos réus de que a criança teria sofrido um acidente doméstico foi contestada por laudos que indicaram múltiplas lesões no corpo da criança.

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