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Casa Branca responde a questionamentos sobre mortes de cientistas ligados a pesquisas nucleares

A Casa Branca foi questionada sobre mortes e desaparecimentos de cientistas e militares envolvidos em pesquisas nucleares e de óvnis. Casos recentes geram repercussão e teorias da conspiração.
Foto: G1

Nesta quarta-feira, a Casa Branca enfrentou questionamentos sobre uma série de mortes e desaparecimentos de cientistas e militares que estavam envolvidos em pesquisas secretas relacionadas a material nuclear e óvnis. Os casos têm gerado grande repercussão nos últimos dias.

Recentemente, a revista Newsweek divulgou uma reportagem que investiga pelo menos oito casos ocorridos desde 2024. O mais recente foi o desaparecimento do major-general aposentado da Força Aérea William Neil McCasland, que estava envolvido em pesquisas sobre óvnis e foi visto pela última vez em 27 de fevereiro, em Albuquerque, Novo México.

Outros casos mencionados incluem Frank Maiwald, que faleceu em julho de 2024, e Anthony Chavez, que desapareceu em maio de 2025. Monica Reza e Melissa Casias também estão entre os desaparecidos, assim como Jason Thomas, cujo corpo foi encontrado em março de 2026. Nuno Loureiro foi morto em sua casa em dezembro de 2025, e Carl Grillmair foi baleado em fevereiro.

A Rede Newsnation Acrescentou Mais Dois Nomes À Lista

A rede NewsNation acrescentou mais dois nomes à lista: Steven Garcia, que desapareceu em agosto de 2025, e Michael David Hicks, que faleceu em 2023. Todos os indivíduos tinham acesso a informações sensíveis ou locais de segurança máxima.

Esses casos têm alimentado teorias da conspiração nas redes sociais e atraído a atenção da imprensa. O deputado republicano Eric Burlison expressou sua preocupação e solicitou que o Congresso investigasse a situação, pedindo também o envolvimento do FBI.

Em resposta, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que viu as reportagens, mas não tinha informações adicionais. Ela mencionou que, se os casos forem verdadeiros, o governo consideraria investigar.

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