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Dados do iCloud de Rodrigo Morgado levam a prisões na Operação Narco Fluxo

Dados armazenados na nuvem do iCloud de Rodrigo de Paula Morgado (foto à esquerda), conhecido como “CEO do Jeep” e apontado como contador do Primeiro Comando da Capital (PCC), possibilitaram que a Polícia Federal (PF).....
Foto: MC Ryan

Dados armazenados na nuvem do iCloud de Rodrigo de Paula Morgado (foto à esquerda), conhecido como “CEO do Jeep” e apontado como contador do Primeiro Comando da Capital (PCC), possibilitaram que a Polícia Federal (PF) deflagrasse a Operação Narco Fluxo, que culminou na prisão dos funkeiros MC Ryan SP e MC Poze do Rodo nesta quarta-feira (15/4). O conteúdo foi acessado mediante autorização da Justiça diretamente da plataforma de armazenamento em nuvem utilizada por Morgado e passou por análise no âmbito de apurações anteriores, como a Operação Narco Bet, extensão da Narco Vela. Leia também Mirelle Pinheiro Quem é e como atuava miss presa pela PF em operação contra o tráfico Mirelle Pinheiro Quem é o empresário preso em Brasília em ação que mirou Poze e MC Ryan Mirelle Pinheiro Saiba qual foi a reação de MC Ryan SP ao receber voz de prisão da PF Mirelle Pinheiro Advogado sobre estudante que atacou sem-teto: “Linchamento virtual” Com base nesses dados, os investigadores apontaram sinais da atuação de um grupo criminoso com funcionamento próprio e independente de outros já apurados, direcionado à prática de lavagem de dinheiro. De acordo com as informações colhidas pelos investigadores, o empresário teria viabilizado repasses em nome de terceiro e prestado serviços de gerenciamento financeiro para atender as demandas dos respectivos clientes, desde a ocultação de patrimônio até evasão fiscal. 12 imagensFechar modal.1 de 12Investigações indicam que a movimentação era feita no Brasil e no exteriorDivulgação/Polícia Federal2 de 12A operação também mira outras figuras conhecidas, como o funkeiro Poze do Rodo e o influenciador Chrys DiasDivulgação/Polícia Federal3 de 12Foram determinadas medidas de constrição patrimonial e o sequestro de bens Divulgação/Polícia Federal4 de 12Polícia Federal acredita que o grupo criminoso movimentou mais de R$ 1,6 bilhãoDivulgação/Polícia Federal5 de 12Além dos itens de luxo, foram apreendidos documentos e equipamentos eletrônicos Divulgação/Polícia Federal6 de 12A ação acontece simultaneamente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Distrito FederalDivulgação/Polícia Federal7 de 12São cumpridos 25 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporáriaDivulgação/Polícia Federal8 de 12Na operação, a PF apreendeu carros e relógios de luxo, cartões, armas e outros itens de valorDivulgação/Polícia Federal9 de 12Um dos alvos da operação é o cantor de funk MC Ryan SP, que foi preso em Bertioga, litoral paulistaDivulgação/Polícia Federal10 de 12Mais de 200 policiais federais participam da Operação NarcoFluxo Divulgação/Polícia Federal11 de 12Operação da Polícia Federal deflagrada na madrugada desta quinta (15/4) investiga grupo suspeito de lavagem de dinheiroDivulgação/Polícia Federal12 de 12PF prende MC Ryan SP e Poze do Rodo em operação por lavagem de dinheiroMaterial cedido ao Metrópoles Preso Um dos 39 alvos da operação desta quarta (15), Morgado está preso desde outubro de 2025. À época, ele foi detido durante a Operação Narco Bet, que identificou a sua participação em um esquema vde lavagem de dinheiro vinculado ao tráfico. Foi nessa mesma ocasião em que o influenciador Bruno Alexssander Souza Silva, conhecido como Buzeira, foi preso. A Narco Fluxo A ação policial deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quarta-feira (15) mira uma associação criminosa suspeita de ocultar e dissimular recursos por meio de empresas, terceiros e transações com criptoativos. A investigação da PF apura um esquema de lavagem de dinheiro com movimentações superiores a R$ 1,6 bilhão, incluindo operações no exterior. Segundo a corporação, o grupo utilizava mecanismos sofisticados para ocultar valores, como movimentações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e uso de criptoativos. Mais de 200 policiais federais participam da operação, que cumpre 45 mandados de busca e apreensão e 39 mandados de prisão temporária. As ordens judiciais foram expedidas pela 5ª Vara Federal de Santos (SP) e são cumpridas em diversas unidades da Federação, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Distrito Federal. Os investigados podem responder por lavagem de dinheiro, associação criminosa e evasão de divisas. Já leu todas as notas e reportagens da coluna hoje? Acesse a coluna do Metrópoles.

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