Além dos funkeiros MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, e dos influenciadores Chrys Dias e Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, também foi preso, na manhã desta quarta-feira (15/4), Mateus Magrini (foto em destaque). Ele é filho de Eduardo Magrini, conhecido como Diabo Loiro, integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele foi localizado em uma residência em Jundiaí (SP), durante a Operação Narco Fluxo, da Polícia Federal (PF). O dono do imóvel seria MC Ryan SP, que é irmão mais velho de Mateus e ex-enteado de Diabo Loiro. Leia também Mirelle Pinheiro Choro e desespero: os detalhes da prisão de MC Ryan, alvo da PF em SP Mirelle Pinheiro PF faz operação contra desvio em contratos e fraude na Covid Mirelle Pinheiro PF investiga esquema no INSS com “saque pós-óbito” de beneficiários Mirelle Pinheiro Preso em operação contra Poze e Ryan, Chrys Dias tinha réplica do carro do Senna 10 imagensFechar modal.1 de 10A operação também mira outras figuras conhecidas, como o funkeiro Poze do Rodo e o influenciador Chrys DiasDivulgação/Polícia Federal2 de 10Investigações indicam que a movimentação era feita no Brasil e no exteriorDivulgação/Polícia Federal3 de 10Operação da Polícia Federal deflagrada na madrugada desta quinta (15/4) investiga grupo suspeito de lavagem de dinheiroDivulgação/Polícia Federal4 de 10Na operação, a PF apreendeu carros e relógios de luxo, cartões, armas e outros itens de valorDivulgação/Polícia Federal5 de 10Um dos alvos da operação é o cantor de funk MC Ryan SP, que foi preso em Bertioga, litoral paulistaDivulgação/Polícia Federal6 de 10São cumpridos 25 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporáriaDivulgação/Polícia Federal7 de 10Polícia Federal acredita que o grupo criminoso movimentou mais de R$ 1,6 bilhãoDivulgação/Polícia Federal8 de 10Foram determinadas medidas de constrição patrimonial e o sequestro de bens Divulgação/Polícia Federal9 de 10Além dos itens de luxo, foram apreendidos documentos e equipamentos eletrônicos Divulgação/Polícia Federal10 de 10A ação acontece simultaneamente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Distrito FederalDivulgação/Polícia Federal A operação A ação policial deflagrada pela PF nesta quarta-feira (15) mira uma associação criminosa suspeita de ocultar e dissimular recursos por meio de empresas, terceiros e transações com criptoativos. A investigação da PF apura um esquema de lavagem de dinheiro com movimentações superiores a R$ 1,6 bilhão, incluindo operações no exterior. Segundo a corporação, o grupo utilizava mecanismos sofisticados para ocultar valores, como movimentações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e uso de criptoativos. Mais de 200 policiais federais participam da operação, que cumpre 45 mandados de busca e apreensão e 39 mandados de prisão temporária. As ordens judiciais foram expedidas pela 5ª Vara Federal de Santos (SP) e são cumpridas em diversas unidades da Federação, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Distrito Federal. Os investigados podem responder por lavagem de dinheiro, associação criminosa e evasão de divisas. Já leu todas as notas e reportagens da coluna hoje? Acesse a coluna do Metrópoles.
Fonte: Metropoles