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Cabo Gilberto critica STF e defende Ramagem após detenção nos EUA

O deputado Cabo Gilberto Silva criticou o STF após a detenção de Alexandre Ramagem nos EUA, chamando a situação de 'perseguição política' e defendendo apoio internacional.
Foto: Deputado federal, Cabo Gilberto (PL)

O deputado federal Cabo Gilberto Silva, líder da oposição na Câmara, se manifestou sobre a detenção do ex-deputado Alexandre Ramagem nos Estados Unidos, considerando o episódio um exemplo de 'perseguição política'.

Em entrevista ao portal Fonte83, o parlamentar relacionou a detenção à condenação de Ramagem no Brasil, a qual ele considera injusta. Gilberto afirmou que a prisão nos EUA está ligada a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que ele descreveu como 'ilegal' e 'inconstitucional'.

O deputado ampliou suas críticas ao Judiciário, considerando o STF uma ameaça à democracia brasileira. Ele argumentou que a condenação de Ramagem foi uma ação persecutória que desrespeitou a vontade do Congresso Nacional, que havia aprovado uma proposta com mais de 300 votos.

Gilberto também mencionou a Constituição, destacando que o STF estaria desrespeitando artigos fundamentais. Ele expressou preocupação com a situação política no Brasil e a necessidade de defender a Constituição contra o que considera um desrespeito por parte do Judiciário.

O deputado afirmou que pretende buscar apoio internacional para Ramagem, defendendo que ele permaneça nos Estados Unidos. Gilberto expressou confiança de que Ramagem poderá esclarecer sua situação e pediu asilo, alegando que ele é um perseguido político.

A detenção de Ramagem foi confirmada pela Polícia Federal, que informou que ele foi preso pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos por questões migratórias. Ramagem, que foi delegado da Polícia Federal, foi condenado pelo STF em 2025 a mais de 16 anos de prisão por sua participação em uma tentativa de golpe, resultando também na cassação de seu mandato.

O caso continua a gerar repercussão no cenário político, especialmente entre os opositores do governo, que questionam as decisões judiciais e suas implicações.

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