Com as negociações para encerrar a guerra se aproximando, os Estados Unidos intensificaram suas ameaças, afirmando que reagirão caso as conversas não avancem. O Irã, por sua vez, já estabeleceu condições para participar do diálogo.
Representantes dos dois países se encontrarão no Paquistão, em meio a um cessar-fogo instável, que Teerã alega ter sido violado por seus adversários, incluindo Israel.
O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que o Exército está se preparando para uma possível ação militar, afirmando que
está carregando os navios com as melhores munições
. Ele comentou sobre as negociações em uma entrevista ao "The New York Post", dizendo: "Vamos descobrir em cerca de 24 horas. Saberemos em breve".
O Irã, por meio do ministro das Relações Exteriores, Abbas Araqchi, condicionou sua participação nas negociações ao cumprimento de compromissos por parte dos EUA, incluindo a inclusão do Líbano no cessar-fogo e a interrupção dos ataques israelenses.
A agência de notícias Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária, informou que as conversas não ocorrerão a menos que Israel cesse seus ataques no Líbano.
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, que participará das negociações, expressou otimismo, afirmando que espera um resultado positivo, mas alertou que a equipe de negociação não será receptiva a tentativas de engano por parte do Irã.