O resgate do piloto norte-americano que desapareceu em território iraniano após a queda de um F-15 foi descrito pelo presidente Donald Trump como uma das operações mais complexas da história dos Estados Unidos. O incidente ocorreu quando a aeronave foi alvo de um ataque iraniano.
Trump detalhou que a operação, realizada no último fim de semana, contou com a participação de 200 militares e 155 aeronaves, incluindo quatro bombardeiros, 64 caças, 48 aviões-tanque e 13 aeronaves de resgate. Durante as buscas, houve troca de tiros com combatentes iranianos.
O presidente afirmou que as táticas utilizadas visavam enganar as forças iranianas, que também estavam em busca do piloto.
Queríamos que eles pensassem que ele estava em um local diferente — disse Trump, ressaltando que a operação envolveu subterfúgios para confundir os iranianos.
O piloto foi resgatado no domingo (5) e encontrado em estado grave. Trump confirmou que o militar se refugiou em uma caverna nas montanhas próximas ao local da queda e, mesmo ferido, conseguiu se afastar do ponto de queda, escalando a montanha e transmitindo sua localização para as forças americanas.
Além do resgate, Trump comentou sobre a situação política com o Irã, afirmando que, se pudesse, tomaria o petróleo do país, mas que os cidadãos norte-americanos desejam o fim da guerra. Ele também rejeitou uma proposta de cessar-fogo mediada pelo Paquistão, considerando-a insuficiente.