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Armas Utilizadas na Guerra do Irã: Do B-52 aos Mísseis de Fragmentação

A guerra entre EUA e Israel contra o Irã trouxe à tona diversas armas modernas, como o bombardeiro B-52 e os mísseis de fragmentação. Conheça as principais tecnologias empregadas no conflito.
Foto: G1

O conflito entre EUA e Israel e o Irã resultou em um impressionante uso de armamentos modernos, com a participação de diversos países da região, como Arábia Saudita e Catar. Diferentes tecnologias militares foram empregadas, destacando-se algumas armas notáveis.

GBU-72: a superbomba lançada pelos EUA

A GBU-72, conhecida como 'bomba antibunker', pesa 2.300 kg e é projetada para explodir apenas ao atingir o alvo. Utilizada pelos militares norte-americanos, ela foi direcionada a instalações subterrâneas que abrigavam mísseis iranianos.

Esse armamento é capaz de penetrar em estruturas reforçadas, como bunkers, e detona abaixo da superfície, concentrando o impacto e aumentando a destruição. A precisão é garantida por um kit de orientação que utiliza GPS.

B-52: o bombardeiro do juízo final

O bombardeiro B-52, um dos últimos a entrar no conflito, pode carregar até 32 toneladas de armamentos, incluindo ogivas nucleares. Fabricado pela Boeing, o B-52 é um ativo importante da Força Aérea dos EUA, projetado para missões de longo alcance.

Sua utilização na guerra indica que as defesas aéreas do Irã estavam comprometidas, uma vez que o B-52 é menos ágil e mais vulnerável a sistemas antiaéreos.

Mísseis de fragmentação do Irã

Os mísseis de fragmentação, utilizados pelo Irã em ataques a Israel, são projetados para liberar várias submunições sobre uma área ampla. Essas pequenas bombas podem permanecer ativas no solo, funcionando como minas terrestres.

Shahed-136: o drone iraniano barato e mortal

O Shahed-136, um drone de fácil produção e baixo custo, se destacou como uma das principais armas do Irã. Com capacidade para atingir alvos rapidamente, ele é lançado em grandes quantidades para saturar as defesas aéreas.

Com apenas 3,5 metros de comprimento, o custo de cada drone varia entre US$ 20 mil e US$ 50 mil, enquanto o disparo de um míssil de defesa pode custar milhões, tornando a estratégia do Irã financeiramente vantajosa.

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