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CPMI do INSS rejeita relatório com indiciamentos propostos

A CPMI do INSS não aprovou o relatório que sugeria o indiciamento de mais de 200 pessoas, incluindo 'Lulinha' e ex-ministros. A sessão foi encerrada sem um documento formal.
Foto: Polêmica Paraíba

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) decidiu, na madrugada deste sábado, rejeitar o relatório final elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar. O documento propunha o indiciamento de mais de 200 indivíduos, entre os quais estavam parlamentares, ex-ministros, dirigentes de estatais e o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como 'Lulinha'.

A votação do parecer resultou em 19 votos contrários e 12 a favor. A sessão da CPMI teve início na sexta-feira às 9h44 e se estendeu até 1h14 do dia seguinte, encerrando os trabalhos sem a aprovação de um relatório formal, já que a data limite para a conclusão era neste sábado.

Além do indiciamento, Gaspar também sugeriu que a Advocacia do Senado solicitasse à Justiça a prisão preventiva de 'Lulinha', citando 'indícios concretos' que poderiam indicar uma tentativa de fuga para evitar punições. Por outro lado, parlamentares da base governista propuseram um relatório alternativo, que indicava 130 pessoas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro.

Entretanto, o presidente da CPMI não analisou o relatório alternativo antes de encerrar a sessão. Após o término, ele declarou que uma cópia do relatório original seria enviada a órgãos de fiscalização, como o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR).

O presidente da CPMI expressou sua decepção pela falta de um relatório aprovado, mas afirmou que a comissão cumpriu seu papel ao buscar respostas para a sociedade.

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