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STTrans responde a paralisação de agentes de trânsito em Patos

O superintendente da STTrans, Elucinaldo Laurindo, defendeu ações para melhorar as condições de trabalho dos agentes de trânsito, em resposta à paralisação anunciada pelo sindicato da categoria.
Foto: reprodução

Em resposta à paralisação programada pelo Sindicato dos Agentes de Trânsito de Patos, o superintendente da Superintendência de Trânsito e Transportes, Elucinaldo Laurindo, destacou as iniciativas da autarquia para aprimorar as condições de trabalho dos profissionais. A mobilização está marcada para a próxima quinta-feira.

Laurindo enfatizou que, no Dia Municipal do Agente de Trânsito, celebrado em 20 de março, novos fardamentos completos foram entregues aos agentes, incluindo calças, camisas, gandolas e coturnos. Além disso, ele mencionou a locação de dois veículos para o núcleo de fiscalização, justificando a escolha pela relação custo-benefício.

Um veículo adquirido em 2022 apresentou problemas mecânicos e está em reparo, mas deve retornar em breve para reforçar as operações. A STTrans também conta com outros veículos, como um modelo Gol para fiscalização e uma Spin para o núcleo de educação no trânsito.

Laurindo ainda ressaltou a valorização da categoria, com a implementação de um adicional de periculosidade de 30% nos salários, reajustes anuais e a aprovação de uma lei que regulamenta o pagamento por serviços extras realizados pelos agentes.

A STTrans vem trabalhando para melhorar a qualidade dos serviços prestados à população e, ao mesmo tempo, valorizar seus colaboradores — afirmou.

Por outro lado, o SINATRAN, sindicato da categoria, afirmou que a paralisação visa pressionar o prefeito de Patos, Nabor Wanderley, a enviar um projeto de lei à Câmara Municipal que vincule as funções operacionais da STTrans à carreira dos servidores efetivos. O sindicato também expressou insatisfações relacionadas a retrocessos administrativos, problemas na entrega de fardamentos, a substituição de veículos próprios por locados, a precariedade na sinalização viária e a falta de apoio jurídico.

A mobilização é vista como uma forma de protesto contra o que o sindicato classifica como "descaso administrativo" e um pedido de diálogo com a gestão municipal.

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