O ex-diretor do FBI, Robert Mueller, faleceu no último sábado, conforme noticiado pela imprensa dos Estados Unidos. Com 81 anos, sua morte gerou uma reação polêmica do presidente Donald Trump, que se declarou "contente
com a notícia. Em uma postagem na Truth Social, Trump afirmou:
Robert Mueller acaba de morrer. Que bom, estou contente que ele esteja morto. Ele não pode mais prejudicar pessoas inocentes!".
As causas do falecimento ainda não foram reveladas, mas segundo informações do jornal The New York Times, Mueller enfrentava problemas de saúde nos últimos anos, incluindo um diagnóstico de mal de Parkinson.
Mueller se destacou na política americana ao liderar a investigação sobre a interferência russa nas eleições presidenciais de 2016, que culminaram na vitória de Trump. O relatório final da investigação revelou uma campanha coordenada de ataques cibernéticos e desinformação, com o intuito de criar discórdia nos Estados Unidos e favorecer o candidato republicano, visto como o preferido do Kremlin.
As investigações resultaram em acusações formais contra 34 indivíduos e entidades, incluindo aliados de Trump e agentes da inteligência russa. No entanto, Mueller não indiciou o então presidente, o que gerou frustração entre membros da oposição democrata. A Rússia, por sua vez, sempre negou qualquer envolvimento na interferência eleitoral.