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Morte de líder do tráfico no Rio é destacada pela PM

O comandante da PM do Rio, Marcelo de Menezes, anunciou a morte de Claudio Augusto dos Santos, conhecido como Jiló, durante operação em comunidades dominadas pelo CV. O confronto resultou em oito mortes e apreensão de...
Foto: Coronel Marcelo Menezes tática guerrilha

O comandante da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Marcelo de Menezes, fez uma declaração nas redes sociais sobre uma grande operação realizada em comunidades da capital. A ação, que ocorreu na manhã de quarta-feira, resultou na morte de Claudio Augusto dos Santos, conhecido como Jiló, considerado um dos principais líderes do tráfico no Morro dos Prazeres.

Menezes descreveu Jiló como um "traficante violento e sanguinário", ressaltando a importância da operação. A ação foi conduzida pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) e focou em áreas controladas pelo Comando Vermelho (CV), incluindo Prazeres e Fallet.

Durante a operação, oito pessoas perderam a vida, incluindo um morador da comunidade que foi feito refém por criminosos. A Polícia Militar relatou que traficantes invadiram uma casa e mantiveram um casal sob ameaça. O homem foi atingido durante os disparos que ocorreram dentro do imóvel, enquanto a mulher foi resgatada em estado de choque.

A equipe da PM buscava evitar o confronto, mas reagiu após serem atacados com tiros vindos da residência. Armas de guerra, como fuzis e pistolas, foram apreendidas no local. A operação mobilizou mais de 150 policiais, com suporte de veículos blindados e informações de inteligência.

Após os confrontos, a região enfrentou uma onda de violência, com ônibus sequestrados e incendiados, além do fechamento do comércio em áreas do Rio Comprido. Jiló, que acumulava passagens por diversos crimes, tinha vários mandados de prisão em aberto e é investigado por sua possível ligação em casos de grande repercussão, incluindo a morte de um turista que entrou na comunidade por engano.

As operações continuam na região, com o objetivo de desmantelar a estrutura do tráfico e reduzir a violência nas áreas afetadas.

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