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Justiça concede medidas protetivas a mulher após agressão do namorado

Uma mulher em Lucas do Rio Verde recebeu medidas protetivas após ser ameaçada de morte e ter sua motocicleta destruída pelo namorado. O caso foi registrado em vídeo.
Foto: ameaça

A Justiça de Mato Grosso tomou a decisão de conceder medidas protetivas de urgência a uma mulher que denunciou violência doméstica em Lucas do Rio Verde. O agressor, identificado como Diogo Leopoldo Pichler, teria ameaçado a vítima de morte e destruído sua motocicleta.

A agressão foi capturada em vídeo pela própria mulher, que mostra Diogo pisando na moto caída no chão. O incidente ocorreu na noite de 13 de março de 2026, após uma discussão entre o casal em uma lanchonete. Após deixar o local, Diogo retornou para casa e, ao ser confrontado pela mulher que foi buscar sua moto, iniciou uma nova briga.

Durante essa nova discussão, o homem danificou intencionalmente o veículo e proferiu ameaças de morte. A polícia foi chamada, mas o suspeito conseguiu fugir antes da chegada da equipe.

Em suas redes sociais, a vítima relatou que o namorado não aceitou o término do relacionamento e, por isso, destruiu seus bens. Ela também mencionou que ele danificou perfumes e outros objetos que ela havia deixado na casa dele.

Nesses dois meses, até psicólogo eu procurei porque eu estava achando que a louca era eu

, desabafou.

A mulher ainda revelou que o agressor frequenta uma igreja e possui um emprego. Ela alertou sobre a necessidade de cuidado com profissionais que atuam em academias, mencionando que, ao mostrar o vídeo aos policiais, eles já conheciam o histórico do agressor.

Após a gravidade dos acontecimentos, a vítima solicitou medidas protetivas, que foram aprovadas pelo Judiciário. As determinações incluem a proibição de Diogo se aproximar da mulher e de seus familiares a menos de 500 metros, além de qualquer contato, seja pessoal ou digital. Também foi determinado que ele não pode frequentar a residência ou o local de trabalho da vítima.

As medidas têm validade de seis meses e podem ser prorrogadas. O descumprimento pode resultar em prisão preventiva. A decisão judicial também exige que as autoridades policiais garantam a proteção da vítima e tomem providências imediatas em caso de violação das medidas.

O caso continua sob a supervisão da Justiça e do Ministério Público.

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