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Ex-secretário é assassinado em Aurora, Ceará

Francisco Tavares de Oliveira Neto, ex-secretário de Aurora e estudante de Direito, foi morto a tiros em via pública. O crime está sendo investigado pela polícia.
Foto: Nota da Faculdade Católica- Foto: Divulgação / Redes sociais

Na tarde desta sexta-feira, um crime chocou a comunidade de Aurora, no Ceará. Francisco Tavares de Oliveira Neto, de 29 anos, ex-secretário municipal, foi assassinado a tiros na Vila Paulo Gonçalves. O ataque ocorreu em plena via pública e mobilizou as forças de segurança da região.

Testemunhas relataram que dois homens em uma motocicleta se aproximaram de Francisco e dispararam várias vezes contra ele antes de fugirem do local. A motivação do crime ainda é desconhecida e, até o momento, ninguém foi preso.

A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) confirmou a morte e informou que equipes da Polícia Militar e da Perícia Forense foram enviadas para realizar os primeiros levantamentos e a remoção do corpo.

Francisco, conhecido como 'Chico Neto', ocupou o cargo de secretário de Desenvolvimento Urbano e Infraestrutura entre abril e maio de 2023. A Prefeitura de Aurora expressou seu pesar pela morte do ex-gestor em uma nota oficial nas redes sociais.

Sabemos que palavras não conseguem expressar a dor que a família e os amigos estão sentindo, mas que todos possam encontrar conforto e força através das memórias e ensinamentos que fazem parte do seu legado em vida.

Além de sua atuação na política, Francisco era estudante de Direito na Faculdade Católica da Paraíba, que também lamentou sua morte em uma nota, unindo-se em preces pelos familiares e amigos.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Polícia Civil de Aurora, que busca identificar os responsáveis e esclarecer as circunstâncias do homicídio.

Em 2021, Francisco e seu pai foram condenados por tortura contra dois funcionários de um estabelecimento que gerenciavam. Ele recebeu uma pena de 9 anos e 3 meses, enquanto seu pai foi condenado a 12 anos e 6 meses. Apesar da decisão judicial que proibia o recurso em liberdade, Francisco foi solto nos anos seguintes.

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