O médico Leandro Echenique, cardiologista de Jair Bolsonaro, informou que o ex-presidente está estável, mas ainda enfrenta riscos devido a uma infecção. Bolsonaro foi internado no Hospital DF Star após deixar a prisão, onde foi atendido pelo Samu devido a calafrios e vômitos.
Durante uma coletiva de imprensa, Echenique destacou que o risco de complicações aumenta com o tempo que o paciente leva para receber atendimento. Apesar das intervenções realizadas, o médico enfatizou que ainda há riscos associados à condição de Bolsonaro.
Bolsonaro está consciente e não necessitou de intubação. O médico relatou que o desconforto respiratório do ex-presidente foi amenizado nas primeiras oito horas de tratamento, mas ele ainda não está em um quadro controlado. Não há previsão para sua alta da UTI.
Um boletim médico divulgado mais tarde confirmou que Bolsonaro permanece na UTI, recebendo antibioticoterapia venosa e suporte clínico não invasivo. A broncopneumonia, que ele apresenta, é uma infecção pulmonar que afeta brônquios, bronquíolos e alvéolos, causando sintomas como tosse com catarro purulento, febre alta e dificuldade respiratória.
Após os primeiros socorros no presídio, Bolsonaro foi transferido para o hospital com o auxílio da Polícia Militar do Distrito Federal e do Corpo de Bombeiros.